Na sexta-feira 13, descubra 5 lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro

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Paulo Basso Jr.

Tem gente que se amarra numa sexta-feira 13 até mesmo na hora de fazer turismo. O que muita gente não sabe é que, no Brasil, há diversos lugares mal-assombrados prontos para receber os turistas nesta data. É o caso do Rio de Janeiro

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Lugares famosos da capital fluminense, como o Museu Histórico Nacional e o Arco do Telles, têm muitas histórias para contar. Confira algumas das mais horripilantes.

Sexta-feira 13: lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro

Confira cinco lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro para visitar em uma sexta-feira 13:

  • Museu Histórico Nacional
  • Fortaleza de Santa Cruz da Barra
  • Arco do Teles
  • Campo de Santana
  • Central do Brasil

Museu Histórico Nacional

Museu Histórico Nacional

O conjunto arquitetônico do museu pertencia originalmente ao Forte de São Tiago da Misericórdia e, posteriormente, à Prisão do Calabouço, Casa do Trem – depósito de armas e munições – e, mais recentemente, ao Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro.

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Localizado na Praça Marechal Âncora, possui acervo de 300 mil peças, entre manuscritos, iconografia, mobiliário, armaria, esculturas e indumentárias, o correspondente a 67% do patrimônio museológico brasileiro.

Ali, contam-se muitas histórias sobre fantasmas. Uma delas revela o som de um cutelo ou machado que bate, ocasionalmente, sobre um cepo de madeira. Na Casa do Trem, Tiradentes teve o corpo esquartejado, após sua execução no Campo de Lampadosa, no final do século 18.

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Fortaleza de Santa Cruz da Barra

Fortaleza de Santa Cruz da Barra

Construída em 1555 por Nicolau Durand de Villegaignon, tinha como objetivo prover a segurança contra invasores e assegurar melhores condições para o estabelecimento da França Antártica.

Desde a expulsão dos franceses em 1567, muita coisa aconteceu por ali. Após o período em que a fortaleza serviu como presídio, no golpe militar de 1964, surgiram diversas histórias assustadoras.

Lamentos, gritos de agonia e vozes com ódio vinda de celas vazias são comumente relatadas pelos vigias que temem ficar por lá após o anoitecer. Tudo isso deu à fortaleza a fama de ser um dos lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro.

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Arco do Teles

Arco do Tele

Datado de 1743, este marco histórico é o que resta da antiga residência da família Telles de Menezes. Fica localizado na Praça 15 de Novembro, no Centro, um dos destinos que vale visitar durante um roteiro de quatro dias no Rio de Janeiro.

Dizem que o local é assombrado por uma bruxa. Bárbara dos Prazeres era uma imigrante portuguesa que teria nascido por volta de 1770 e morou num prédio próximo ao arco. Conta-se que ela matou o marido para se envolver com outro homem e que, algum tempo depois, o matou também, incendiando a casa onde viviam.

Fugitiva da lei, tornou-se prostituta. Anos mais tarde, doente e muito velha, já não conseguia clientes. Segundo a crença popular ela teria sido responsável pelo desaparecimento de algumas crianças, após ter se envolvido com magia negra com o objetivo de rejuvenescer. E assim o Arco do Telle se transformou em um dos lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro.

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Campo de Santana

Campo de Santana

O parque Campo de Santana fica localizado na Praça da República, no Centro, próximo ao local onde ocorreu a proclamação da República do Brasil, em 1889.

A denominação “Campo de Santana” originou-se em 1753 a partir de uma igreja ali construída, local de grande afluência de devotos, que foi demolida em 1854 para dar lugar à primeira estação ferroviária urbana do Brasil, a Estação Dom Pedro II.

Em 1941, no lugar da antiga estação, foi inaugurada a atual Estação Central do Brasil. Dizem que, no período colonial, muitos nobres acertavam suas diferenças naquele local. Repleto de lendas e mistérios, o local, dizem, é visitados por fantasmas, que duelam durante as madrugadas. É mais um da lista dos lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro

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Central do Brasil

Central do Brasil

Antiga Estação Dom Pedro II, inaugurada em 1941, a famosa Central do Brasil conta com uma história curiosa e assustadora que envolve o retorno dos trens para lá nas madrugadas cariocas e faz dela um dos lugares mal-assombrados no Rio de Janeiro.

Alguns funcionários no ponto final contam que, há alguns anos atrás, um dos comboios que voltava não parou em estação alguma. Contudo, após chegar à Central do Brasil, foram vistas algumas pessoas por lá desembarcando com trajes dos anos 1920. Teria sido uma sexta-feira 13?




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